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Imagem ultravioleta registra galáxia em rota de colisão

 

Andrômeda é uma galáxia espiral, localizada a 3 milhões de anos-luz da Terra. Conhecida também como M31, a galáxia pode ser vista facilmente em locais escuros. Sua beleza encantadora, entretanto, esconde uma dura realidade. Andrômeda se aproxima da Via-Láctea a 480 mil km/h e ninguém sabe ao certo o que acontecerá no dia em que se tocarem.

Considerando o que se conhece sobre a interação gravitacional, acredita-se que ambas as galáxias se fundirão em uma única galáxia elíptica, aumentando ainda mais o tamanho de Andrômeda, estimado atualmente em 200 mil anos-luz de diâmetro. Segundo os cientistas, esse porte foi alcançado nos últimos bilhões de anos, após a absorção de galáxias vizinhas de menor porte.


Galáxia de andômeda

Utilizando imagens captadas no espectro do ultravioleta pelo telescópio espacial Swift, astrônomos da Nasa retrataram a vizinha galáxia através uma série de 330 cenas individuais. As imagens foram feitas durante uma pausa na busca por explosões cósmicas distantes e revelam a imensidão da galáxia em rota de colisão com a Via-Láctea.

Canibalismo galáctico

Diversas observações feitas por telescópios espaciais mostram um halo galáctico ao redor da borda de Andrômeda. Dali parte um gigantesco feixe estelar originado provavelmente pela absorção das galáxias anãs M32 e NGC205, indicando que Andrômeda continua a atrair para seu domínio as companheiras próximas de menor porte. NGC 205 e M32 estão localizadas a cerca de 2.9 milhões de anos-luz de distância e têm aproximadamente 8 mil anos-luz de diâmetro.

Longe da iluminação das cidades, Andrômeda pode ser vista olho nu como uma tênue mancha luminosa e à medida que se aproxima da Terra a galáxia crescerá de tamanho e se parecerá como um sabre luminoso. No entanto, isso não acontecerá agora. Segundo as estimativas, as galáxias se fundirão daqui a 3 ou 5 bilhões de anos. Quando esse dia chegar, nenhum ser humano poderá testemunhar o evento, já que nem o nosso Sol existirá mais.

Foto: Empilhamento de imagens captadas pelo telescópio espacial Swift mostra a galáxia de Andrômeda no comprimento de onda do ultravioleta. Empilhamento é uma técnica usada em astrofotografia em que diversas imagens são somadas para produzir o mesmo resultado de uma única cena de longa duração. Crédito: NASA/Swift/Stefan Immler (GSFC) and Erin Grand (UMCP).

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