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Acelerador de partículas super eficiente da Via Láctea pego no ato

 

Após um estudo 'balístico' único combinando dados do telescópio VLT da Organização Observatório Europeu Austral, ESO, e do Observatório Orbital Chandra de raios X da NASA, os astrônomos tem agora resolvido um mistério de longa data do acelerador de partículas da Via Láctea. Os resultados são apresentados num artigo publicado na revista Science e falam que os raios cósmicos provenientes da nossa galáxia são acelerados muito eficientemente nos remanescentes das estrelas explodidas.

Os raios cósmicos são partículas com uma energia extremamente alta, provenientes de fora do Sistema Solar e bombardeiam constantemente a atmosfera da Terra. Originam-se em fontes do interior da nossa galáxia, a Via Láctea, e consistem basicamente de prótons que se movimentam com velocidades próximas à da luz. Durante muito tempo, os cientistas se enfrentaram com um dilema astronômico: Será que as explosões estelares produzem suficientes partículas aceleradas como para explicar a quantidade de raios cósmicos que atingem a atmosfera da Terra?

"Durante muito tempo se pensou que os super aceleradores que produzem esses raios cósmicos na Via Láctea eram os envelopes em expansão criados pelas estrelas que haviam explodido", explica Eveline Helder, do Instituto Astronómico de Utrecht, na Holanda, e autora principal do estudo publicado na revista Science.

Agora, a equipe de Helder elaborou um cálculo que soluciona o dilema e confirma a teoria. "Quando uma estrela explode no que chamamos de supernova, grande parte da energia da explosão é usada para acelerar algumas partículas até energias extremamente altas", explica Helder. "A energia que se usa para esta aceleração de partículas está exposta ao aquecimento do gás, pelo qual é bem mais fria daquilo previsto na teoria".

(Fonte: http://www.eso.org/public/outreach/press-rel/pr-2009/pr-23-09.html)

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