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Cometa

 

Cometa C/1999S4 (LINEAR)

Um cometa é um corpo menor do sistema solar, semelhante a um asteroide, mas composto principalmente por gelo. Em nosso sistema solar, as órbitas dos cometas estendem-se para além da órbita do Planeta-anão Plutão. Entre os primitivos e silvícolas inspiravam superstições e temores, associados à anjos, demônios ou entidades espirituais providas de poder obre os povos.

Existe uma teoria paralela à atual, que rejeita os cometas como "bolas de gelo sujas", e que não foram formados em regiões separadas do sistema solar. De acordo com o modelo do "Espaço Elétrico", teorizado por James Mccanney desde a década de 1970 à partir de diversos estudos anteriores realizados por outro astrônomo e através de escavações arqueológicas de civilizações astronomicamente desenvolvidas em sua época, que ele acompanhou em primeira mão. As associações com "anjos", "demônios" ou entidades espirituais seria a forma que esses povos descreviam a força com que a aproximação de cometas afetava a vida cotidiana deles, havendo a possibilidade de antigos períodos de extrema atividade sísmica, meteorológica e astronômica terem sido causados pela entrada de grandes cometas no sistema solar.

Composição

Descritos com frequência como "bolas de neve suja", os cometas são compostos em grande parte por gelos de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), amônia (NH3) e água (H2O), misturados com poeira e vários agregados minerais. Pensa-se que os cometas são detritos remanescentes da condensação da nébula solar.

Na teoria do "Espaço Elétrico", a composição do núcleo dos cometas seria a mesma de outros asteroides do sistema solar, e os componentes da teoria vigente, como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), amônia (NH3) e água (H2O) não seriam os responsáveis pela "sublimação" e aparência nebulosa de um cometa, se é que se dá realmente em sua composição, que até agora é teórica e nunca foi comprovada.

Teoria da origem dos cometas

Cometa HaleBopp fotografado em abril de 1997A teoria vigente diz que as regiões exteriores de tais nébulas são suficientemente frias para permitir a existência de água no estado sólido

Na teoria do "Espaço Elétrico", os cometas formam-se nos casos em que um asteroide atravessa a região de capacitância solar que seria carregada de prótons, e sua trajetória vindo de fora para dentro do sistema solar seria o componente de ignição, quando um asteroide se carrega eletricamente, adquire uma camada de pura energia plásmica ao seu redor. E sua cauda, que seria por onde as cargas elétricas seriam descarregadas em direção à periferia eletricamente negativa do sistema solar. Esse modelo explicaria melhor porque até agora não foi detectado nenhum cometa perdendo matéria gelada ou desaparecendo à medida que é "sublimado" pelo calor e ventos solares. Ao contrário, nesse modelo os cometas ficariam cada vez maiores à medida que são carregados pelo capacitor elétrico do Sol.

Constituição

Cometa 19P/Borrely

Cometa 19P/Borrely

A constituição básica de um cometa aparentemente é um núcleo de dimensões relativamente pequenas que em princípio mostra estar envolto por uma névoa brilhante e uma coma, ou cabeleira, cuja forma é aparentemente esférica. À medida que se aproxima do Sol, seu brilho aumenta em proporção direta; normalmente começa por apresentar uma cauda que pode chegar a alcançar até centenas de milhares de quilômetros de extensão.

Neste ponto as duas teorias se parecem, embora na teoria do "Espaço Elétrico", o núcleo de um cometa pode ter qualquer dimensão, desde pequenos asteroides até corpos de tamanho planetário. O brilho extremo que um cometa emite ao se aproximar do Sol seria devido à carga de capacitância recebida por ele, o que naturalmente cria a sua cauda que aponta às direções eletricamente negativas do sistema solar. Até agora, a maior cauda observável era de duas vezes a distância entre o Sol e a Terra.

Observação

O cometa West, de 1976Ao longo do ano sempre existem cometas para serem observados. No entanto muitos deles possuem brilho fraco, que só pode ser detectados através de instrumentos com objetiva superior a 20cm. Quando um cometa atinge magnitude 10, ele já pode ser visível através de instrumentos com abertura de 15cm. Cometas com magnitude visual entre 5 e 9 são observados por meio de binóculos. Já os cometas mais brilhantes que magnitude 5 podem ser vistos a olho nu, mas deve-se ter o cuidado de escolher locais longe da poluição luminosa das grandes cidades para poder detectar o cometa. Em séculos passados os cometas eram muito bem observados pelo fato de não haver poluição luminosa. Era possível observar cometas a olho nu no centro de Paris, por exemplo, onde há o Observatório nesta cidade. Atualmente mesmo os cometas mais brilhantes tem seu brilho ofuscado pelas luzes das cidades.

Constituição física

Os cometas quando estão perto do periélio tem estas composições: núcleo, cabeleira e cauda.

Núcleo: É o próprio cometa quando está longe do sol, é sólido, composto por uma espécie de gelo sujo, a cada passagem pelo sol seu diâmetro diminui, podendo ser vistos várias vezes.

Núcleo: Sólido, composto essencialmente por minérios. Por não ser composto de "gelo sujo", não tem seu diâmetro diminuído a cada passagem pelo Sol.

Cabeleira: Aparece sob a forma de nebulosidade sobre o núcleo como uma espécie de atmosfera que pode ter seu volume muito maior do que o da Terra. A presença predominante de componentes simples,a base de hidrogênio e oxigênio que revela que o estado do cometa é em dois estados, sendo líquido inexistente. Totalmente composta de plasma, e que foi criada após uma grande descarga de prótons vindos do Sol.

Cometa McNaught, na Nova Zelândia em 2007Cauda: A cauda é provocada pela ação dos ventos solares, por isso nas proximidades do sol a cauda aumenta, pois a densidade dos ventos solares é maior. Acredita-se que a cada passagem pelo sol o diâmetro do núcleo diminua em alguns metros. Os cometas possuem dois tipos de caudas:uma constituídas por poeira e a outra por plasma. A cauda é originada por uma onda eletromagnética e pelo vento solar, aponta sempre a direção radial contrária ao sol. A cauda é criada pelo comportamento natural de cargas elétricas tenderem-se a se negativar. O corpo do cometa possui uma enorme carga positiva, e sua cauda apontando em direções eletricamente negativas do sistema solar seria a forma com que ele descarrega-se. O tamanho dessa cauda pode variar de cometa para cometa dependendo da carga de energia carregada, mas tornam-se maiores às proximidades do Sol devido à carga elétrica que recebem. Portanto, ao invés de diminuírem, os cometas ganham tamanho à cada passagem pelo Sol.

Listagem de cometas periódicos


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