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Vocabulário Astronômico - Letra "C"

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- Caliban

Caliban_(pequeno_ponto_no_circulo)Satélite de Urano descoberto em 1997 por Gladman, Nicholson, Burns e Kavelaars

- Calipso

Calipso Calypso (SXIV) é um dos dezoito satélites de Saturno e foi descoberto em 1980 por B. Smith (Estados Unidos), H. Reitsema, S. Larson e J. Fountain. Sua forma é irregular e possui um raio de 15,0 x 8,0 x 8,0 km. Calipso tem a mesma órbita de Telesto, estando a 294660 km do centro de Saturno. Tanto Calipso como Telesto orbitam em torno de Saturno na órbita de Tetis, o que faz com que elas sejam chamados de Tetis Troianos. Telesto está 60o à frente de Tetis enquanto que Calipso está 60o atrás.

- Calisto

CalistoSegunda maior lua de Júpiter. Esta lua, descoberta por Galileo, é a mais escura e menos densa, tem a superfície cheia de crateras, mostrando nao ter sido alterada por atividade geológica desde a sua formação.

- Campo Magnético

Àrea na qual uma força atrativa ou repulsiva existe entre dois imãs ou em associação com o elemento ferro. Acredita-se que o campo magnético da Terra seja devido ao ferro-níquel líquido que existe em seu centro. Este campo magnético protege a Terra do bombardeamento constante de partículas de alta energia.

- Carme

Carme (JXI) é o 14o satélite de Júpiter e foi descoberto em 1938 por S. Nicholson (Estados Unidos). Muito pouco é conhecido sobre este satélite. Carme tem cerca de 30 km de diâmetro e está em órbita acerca de 22600000 km de Júpiter, levando 692 dias terrestres para completá-la. Uma curiosidade é que Carme tem um movimento orbital retrógrado, ou seja sua órbita tem o sentido oposto ao sentido de rotação de Júpiter. A massa de Carme é cerca de 9,0 x 1016 kg.

- Caronte

Caronte é um dos três satélites que está em órbita em torno de Plutão. Descoberto em 1978 por  Jim Christy, é um satélite pequeno com aproximadamente 1172 km de diâmetro. Sua órbita está a aproximadamente 19640 km de Plutão e é uma órbita síncrona em torno deste planeta. Caronte pode estar coberto por gelo de água e provavelmente não tem atmosfera

- Cassini, Divisao de

Lacuna elíptica com extensao de 2.700 km entre os anéis A e B de Saturno detectada por Giovanni Cassini. Embora este espaço não esteja totalmente vazio,  suas partículas  são  removidas  pelo efeito gravitacional da lua Mimas de Saturno.

- Catálogos astronômicos

Muitos objetos celestes estão classificados em vários catálogos. Fica, portanto, comum encontrar um mesmo objeto astronômico descrito por classificações diferentes, cada uma proveniente de um determinado catálogo. Por exemplo, a Grande Nebulosa em Orion é classificada como NGC 1976 no New General Catalogue (NGC) e como M 42 no catálogo Messier.

- Ceres

O maior asteroide conhecido, com diâmetro de 913 km.

- Céu Profundo

Qualquer objeto visível que não pertence ao nosso sistema solar pode ser chamado de objeto de céu profundo.

- Charles Messier

1730-1817. Astrônomo francês que estudou cometas. Ao pesquisar os céus à procura de cometas Messier compilou uma lista de 103 objetos nebulosos, que ele chamava de "nébuleuse sans étoile" ("nebulosidade sem estrela"), existentes no espaço com o objetivo de não confundir aglomerados estelares, galáxias e nebulosas com cometas, que era o seu objeto de pesquisa. O catálogo Messier ou Lista de Objetos Messier tem sido aumentada e agora consiste de 110 objetos que podem ser separados como 40 galáxias, 27 aglomerados abertos, 29 aglomerados globulares, 4 nebulosas planetárias, 6 nebulosas difusas, 1 resto de supernova e três objetos não confirmados, que foram erroneamente classificados como nebulosas por Messier.

- Chuva de Meteoros

Fenômeno que acontece quando uma quantidade de meteoros maior do que a usual entra por um único ponto do céu. As chuvas de meteoros ocorrem quando a Terra passa por uma região de poeira no rastro de um cometa. Em algumas ocasiões pode haver até 100 meteoros por hora.

- Cintilação

Brilho cintilante de uma estrela provocado pelas correntes na atmosfera da Terra. Quando a luz das estrelas brilha através da atmosfera, este brilho é refratado pelas partículas da turbulenta atmosfera da Terra. Este fenômeno acontece no primeiros 8 km da atmosfera e provoca problemas de má visão, pois não permite que os astrônomos obtenham uma boa resolução  de  imagem. Para escapar da cintilação  os  astrônomos constroem observatórios no picos das montanhas, acima das camadas mais turbulentas da atmosfera.

- Cinturão de Asteroides

É uma região entre as órbitas de Marte e Júpiter onde se concentram bilhões de asteroides que realizam um movimento de translação em torno do Sol. Isto significa que o cinturão de asteroides fica situado entre 2,2 U. A. e 3,3 U. A. a partir do Sol. Por estar entre duas órbitas a forma do cinturão de asteroides é semelhante a uma rosquinha. Foi suposto, inicialmente, que este cinturão poderia, alguma vez, ter sido um planeta nesta mesma órbita, destruído por uma colisão com um enorme asteroide ou um cometa. Hoje, acreditamos que estes objetos são resíduos da formação do Sistema Solar que não conseguiram se aglutinar para formar um outro planeta devido à atuação do campo gravitacional de Júpiter.
Um fato importante é que no cinturão de asteroides existem regiões relativamente vazias onde os asteroides não conseguem ter órbitas estáveis, e que são conhecidas como Kirkwood Gaps.

- Cinturão de Kuiper

Em 1951 o astrônomo Gerard Kuiper sugeriu a existência de bilhões de pequenos objetos pouco além da órbita de Netuno e Plutão. Estes objetos estariam tão espalhados que não conseguiriam se aglutinar para formar planetas, mas explicariam a grande quantidade de cometas de curto período.

Como são objetos com cerca de 23 de magnitude eles eram muito fracos para serem detectados até o início da década de 90, mas desde 1992 várias centenas de objetos do Cinturão de Kuiper, também chamados de objetos trans-netunianos, foram detectados.

- Cinturão de Radiação Van Allen

São dois cinturões, em forma de rosquinha, de partículas carregadas que interagem com o campo magnético da Terra. Eles são constituídos de elétrons, prótons e íons atômicos mais pesados procedentes do vento solar. Estas partículas são aprisionadas no campo magnético da Terra. Os cinturões foram descobertos pelo físico norte-americano James Van Allen em 1958 e receberam este nome em sua homenagem. O cinturão de Van Allen, mais baixo, se extende de 800 a 6000 quilômetros acima da superfície da Terra enquanto que o cinturão superior se estende entre 25000 a 36000 quilômetros acima do equador

- Classes de Luminosidade de Yerkes (ou Classificação MKK)

Esta nova forma de classificação de estrelas foi criada por Morgan, Keenan e Kellman. Ela é uma classificação 3-dimensional por introduzir na classificação espectral de Harvard uma dimensão adicional. Esta nova dimensão é perpendicular à seqüência original de Harvard e está baseada na luminosidade da estrela. Pela classificação de Yerkes a estrela Arcturus seria classificada como K2 III. Veja que K2 é a classificação de Harvard enquanto que o "III" é uma classe de luminosidade de Yerkes que nos diz que esta estrela é uma estrela gigante normal.

- Classificação Espectral (ou Classe Espectral)

Quando os espectros de um número razoável de estrelas foi estudado verificou-se que alguns elementos químicos eram muito mais proeminentes em algumas estrelas do que em outras. Mais ainda, certos elementos, muito abundantes em algumas delas, desapareciam quase que completamente do espectro de outras estrelas. Deste modo, notou-se que as estrelas poderiam convenientemente ser separadas em algumas classes espectrais ou tipos espectrais de acordo com as propriedades apresentadas pelos seus espectros.

As classes espectrais, que servem como base para a classificação espectral, estão, portanto, baseadas em qual o elemento que é mais proeminente no espectro de cada estrela. Esta separação das estrelas em classes não é algo exato mas para a maioria delas a classificação é razoavelmente não ambigua.

- Classificação Espectral de Harvard (ou Seqüência Espectral de Harvard)

classificação espectral de HarvardA classificação espectral de Harvard utiliza certas letras do alfabeto, com a seqüência mostrada na figura ao lado, para separar as estrelas em classes espectrais. Esta classificação é arranjada de acordo com as intensidades das linhas espectrais de certos elementos químicos dominantes. Ela é uma seqüência de cor e temperatura bem como uma seqüência espectral. Na verdade, a ordenação de O para M é essencialmente uma ordem de decréscimo de temperatura da superfície. As estrelas quentes, brancas ou azuis, estão na extremidade esquerda da classificação enquanto que as estrelas vermelhas, frias, estão na extremidade direita. Caminhando da esquerda para a direita ao longo da classificação temos um contínuo decréscimo de temperaturas ao mesmo tempo em que vemos uma mudança contínua nas cores das estrelas, do azul-branco para o vermelho. Com base na classificação espectral de Harvard, nos referimos às estrelas como, por exemplo, "estrela tipo espectral O". Muito mais comum, entretanto, é abreviarmos isto e dizermos apenas "estrela tipo O".

- Clyde Tombaugh

1906-1997. Astrônomo norte-americano que, em 1930, trabalhando com um telescópio refletor de 9" que ele mesmo construiu com maquinaria de fazenda e partes de automóveis jogadas fora, descobriu o nono, e último, planeta do nosso Sistema Solar, Plutão. Ele também previu corretamente, em 1950, que a superfície de Marte estava coberta com crateras

- Colapso gravitacional

É o fenômeno que ocorre quando um objeto de grande massa no espaço colapsa sob o seu próprio peso. Isto tanto pode acontecer para uma nuvem de poeira interestelar ou para uma estrela. No caso de uma nuvem interestelar, o colapso dará origem a várias da uma estrela.

- Colimação

Colimação é o alinhamento dos componentes de um telescópio ou binóculo para que a imagem seja formada corretamente. Geralmente a objetiva precisa estar alinhada em relação à ocular, e todos os elementos intermediários também para não desviar a luz de maneira incorreta.

- Coma

Nuvem que cerca o núcleo de um cometa.

- Coma

Imperfeição num telescópio que distorce as estrelas mais distantes em direção à borda do  campo de visão dando-lhes a aparência de um cometa ou de um objeto em forma de pêra.

- Cometa

cometa P-HalleyMassas congeladas de gás e poeira que têm uma órbita definida através do Sistema Solar, ou seja, é um corpo celeste que está em órbita em torno do Sol. Ele é constituído de um núcleo (sólido, gelo congelado, gás e poeira), uma coma gasosa (vapor de água, CO2 e outros gases) e uma cauda (gases ionizados e poeira). Sua longa cauda de gás e poeira sempre aponta para fora a partir do Sol por causa da força do vento solar. A cauda pode ter até 250 milhões de km de comprimento e é a maior parte do que nós vemos. Cometas somente são visíveis quando eles estão perto do Sol em suas órbitas altamente excêntricas. Os cometas podem ser de curto período, possivelmente tendo sua origem no cinturão de Edgeword-Kuiper, e de longo período, provavelmente originários da Nuvem de Oort. A missão Stardust, da NASA, visitou o cometa Wild 2 em 2004.

- Comprimento de onda

λ Representado pela letra grega lambda λ, o comprimento de onda é a distância entre picos adjacentes em uma série de ondas periódicas. O inverso do comprimento de onda é a freqüencia desta onda, representada pela letra grega ν. Deste modo, temos as seguintes relações entre comprimento de onda e frequência:
λ = 1/ν
ν = 1/λ

- Condrita

Meteoritos rochosos que carregam consigo pequenos pedaços de pedra, chamados côndrulos. Quarenta e oito por cento de todos os meteoritos são condritas.

- Conjunção e oposição

No caso dos planetas superiores, cujas distâncias heliocêntricas são maiores do que 1 unidade astronômica, diz-se que eles estão em conjunção quando eles estão atrás do Sol, em relação à posição da Terra. Neste momento a sua distância é máxima em relação ao nosso planeta e, em virtude da sua posição atrás do Sol, ele não pode ser visto.
Quando um planeta superior está em um ponto de sua órbita tal que a Terra fica entre ele e o Sol, dizemos que ele está em oposição. Esta é a sua maior aproximação da Terra e um excelente momento para observá-lo.

- Conjunção inferior ou superior

Quando um planeta inferior passa entre a Terra e o Sol ele é dito estar em conjunção inferior. Se os três corpos estão exatamente alinhados podemos observar o trânsito do planeta sobre o disco solar.
Quando um planeta inferior passa atrás do Sol, ou seja, do lado oposto do Sol quando visto da terra, ele é dito estar em conjunção superior. Neste caso, sua fase será "cheia" uma vez que ele não poderá ser observado.

 

- Constante Cosmológica

Λ A constante cosmológica, representada pela letra grega maiúscula Λ, foi um termo constante que Einstein adicionou à sua equação da teoria da relatividade geral por acreditar, erroneamente, que o Universo estava em um estado estacionário, ou seja, nem se expandindo, nem se constraindo.

- Constante de Hubble

Ho Formulada por E. P. Hubble em 1925, a chamada "constante" de Hubble, Ho, determina a relação entre a distância a uma galáxia e sua velocidade de recessão devido à expansão do Universo. Em outras palavras ela faz uma relação entre quão longe uma galáxia está de nós e quão rápido ela está se afastando de nós por causa da expansão do Universo. Ela é um número que mostra a taxa na qual o Universo está se expandindo. O valor de Ho está entre 50 e 100 km/seg/Mpc. Um grupo de pesquisadores utilizando dados obtidos pelo Hubble Space Telescope determinou que o valor de Ho é 70 km/seg/Mpc ± 7 km/seg/Mpc. A "constante" de Hubble pode ser usada para estimar o tamanho e a idade do Universo, o chamado tempo de Hubble. Um fato muito importante é que recentes avanços na Cosmologia mostraram que, uma vez que o Universo é autogravitante, na verdade Ho não é verdadeiramente constante.

- Constante Gravitacional ou Constante da Gravitação Universal

GA constante gravitacional, também chamada de "constante da gravitação universal", representada pela letra "G", é a constante de proporcionalidade que aparece na equação que descreve a atração gravitacional entre objetos, a Lei de Newton da Gravitação Universal formulada por ele em 1666. Esta equação diz que a atração gravitacional entre dois corpos é proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre estes dois corpos, ou seja F é proporcional a m1m2/r2. Para transformar uma proporcionalidade em igualdade temos que introduzir uma "constante de proporcionalidade" que, no caso da gravitação, é a "constante gravitacional" G. A equação fica F = Gm1m2/r2. Henry Cavendish em 1798, determinou o valor numérico de "" como sendo: G< = 6,668 x 10-8 dynas cm2/g2. Hoje seu melhor valor determinado é G = 6,6726 x 10-11 m3/seg2.kg = 6,6726 x 10-11 N.m2/kg2, onde N significa Newtons, uma unidade de medida de força que equivale a kg.m/seg2.

- Constelação

Desenho formado por um grupo de estrelas no céu. Devido à tendência que as pessoas possuem de visualizar objetos familiares em formas aleatórias, a maior parte das civilizações ao olhar os céus criou suas próprias constelações. Porém poucas delas sobreviveram até os dias atuais. A maior parte das constelações conhecidas hoje em dia são as listadas por Ptolomeu em 150 A.C.

- Constelações do Zodíaco

São as 14 constelações que estão localizadas ao longo do zodíaco. Em geral são citadas apenas 12 constelações como sendo zodiacais. Por definição, as constelações zodiacais são aquelas através das quais o Sol passa no seu caminho ao longo da eclíptica. Existem, portanto mais duas constelações zodiacais, Ophiuchus e Cetus, além das 12 sempre citadas.

- Contração de Helmholtz

A contração de Helmholtz é o colapso gravitacional de uma nuvem protoestelar que é desacelerado pela pressão que o gás da nuvem exerce para fora e pela taxa limitada na qual a radiação pode escapar da nuvem.

- Convecção

É o processo de transferência de calor por circulação através de um gás ou líquido. Vários tipos de estrelas possuem zonas de convecção onde este processo é dominante

- Cordélia

Cordélia_(ponto_dentro_do_circulo) Satélite de Urano descoberto em 1986 pela sonda espacial Voyager 2.

 

 

- Coroa

Camada externa do sol formada por plasma. Embora seu tamanho varie de acordo com a atividade magnética do sol, geralmente sua espessura é de aproximadamente 13.000.000 Km e sua temperatura 2.000.000ºK.  Apesar de ser extremamente quente, sua baixa  densidade evita a emissão de calor em demasia, já que há poucas moléculas de gás para gerar energia.   O brilho da coroa solar corresponde à metade da luminosidade da Lua e ela só torna-se visível durante os eclipses solares totais.

- Cosmologia

É o estudo do Universo como um todo.

- Cosmonauta

Significando "navegante dos Cosmos", este é o nome usado pela atual República da Rússia, e anteriormente pela antiga União Soviética, para se referir aos seres humanos enviados em missões espaciais. Os Estados Unidos usam o nome astronauta.

 - Cratera Chicxulub

A cratera Chicxulub, localizada na extremidade da Península de Yucatán, é uma cratera de impacto que data de 65 milhões de anos atrás. Ela tem cerca de 193 quilômetros de largura e cerca de 1600 metros de profundidade e é, provavelmente, o local do impacto do cometa ou meteorito K-T que causou a extinção dos dinossauros e de outros grupos de organismos.

- Crepúsculo

Crepúsculo é definido de três maneiras: o crepúsculo civil que ocorre quando o Sol está 6º abaixo do horizonte, o crepúsculo náutico com o Sol 12º abaixo do horizonte quando você pode ver planetas mas o horizonte ainda fica iluminado,  e existe o crepúsculo astronômico quando o Sol está 18º abaixo do horizonte. Somente após o crepúsculo astronômico é que o céu atingirá sua máxima escuridão.

- Cressida

Satélite de Urano descoberto em 1986 pela sonda espacial Voyager 2.

- Cromosfera

Camada no nível inferior da atmosfera solar, localizada acima da fotosfera e abaixo da coroa. Ela tem, aproximadamente, 10000 quilômetros de profundidade e consiste principalmente de hidrogênio ionizado, hélio e cálcio. Sua temperatura varia de 6000oC no limite com a fotosfera até 100000oC no limite com a coroa. Sua densidade baixa significa que, usualmente, ela é visível apenas durante um eclipse total do Sol.

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