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Vocabulário Astronômico - Letra "P"

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- Pan Pan

Pan é um dos menores dos 18 satélites de Saturno. Ele foi descoberto por Mark R. Showalter, em 1990, a partir de dados da Voyager 2 da NASA. Pan tem um raio de, aproximadamente, 10 km e está localizado dentro do Encke Gap nos anéis de Saturno. Sua órbita está a 133583 km de Saturno e seu período orbital é de 0,575 dias terrestres.

- Pandora Pandora

Pandora (SXVII) é um dos menores dos 18 satélites de Saturno tendo sido descoberto em 1980 por S. A. Collins e D. Carlson a partir de dados da Voyager 1, da NASA. Ele tem um diâmetro de 84 km com as dimensões aproximadas de 114 x 84 x 62 km. Sua massa é de 2,2 x 1017 kg e está em órbita a 141700 km de Saturno, com um período orbital de 0,62 dias terrestres. Pandora é um satélite pastor para a borda mais externa do anel F de Saturno.

- Paradoxo de Olbers

O Paradoxo de Olbers é uma pergunta aparentemente simples: "Porque o céu é escuro durante a noite?" ou "Porque a luz das estrelas não faz o céu noturno brilhante?". Se o Universo é infinitamente velho e ele é preenchido com estrelas, então haveria uma estrela em qualquer direção que você olhasse, fazendo o céu brilhante dia e noite. Este paradoxo foi originalmente formulado por Wm. Halley e, mais tarde, publicado por H. Olbers. A solução está tanto na expansão do Universo, a qual desloca para o vermelho (redshift) a luz estelar que está chegando até nós, reduzindo a luz visível, e também na idade não infinita do Universo

- Parafocal

Quando se vê uma propaganda de uma determinada série de oculares ditas como parafocais, isto significa simplesmente que ao trocar entre uma e outra no telescópio não será necessário ajustar o foco pois todas elas o atingem no mesmo ponto.

- Paralaxe estelar

É a mudança aparente na posição de uma estrela que é causada somente pelo movimento da Terra à medida que ela descreve a sua órbita em torno do Sol. Foi Friedrich Wilhelm Bessel o primeiro a detectar o movimento "paralatico" de uma estrela em 1838 observando a estrela 61 Cygni. Esta foi a prova definitiva de que a Terra está em órbita em torno do Sol e não o contrário.

- Parsec

Medida de distância que equivale à 3,26 anos-luz

- Partículas elementares

a matéria no nível subatômico consiste de pequeníssimas partículas, com enormes espaços vazios entre elas. Sabemos que os átomos são formados por elétrons que estão ao redor de um núcleo que, por sua vez, é constitutido por prótons e neutrons. A estas pequeníssimas partículas que formam os átomos, sejam elas elétron, protons, neutrons ou quaisquer outras, damos o nome de partículas elementares. No entanto, algumas partículas elementares, tais como os prótons e neutrons, são formadas por outras partículas ainda menores. Faremos, então, uma distinção que, embora não seja amplamente aceita, torna-se importante para um estudo elementar da estrutura da matéria. Assim, a estas partículas menores, a partir das quais todas as outras se formam, daremos o nome de PARTÍCULAS FUNDAMENTAIS. Estas pequenas partículas fundamentais, a partir das quais todas as outras se originam, são reunidas em tres grandes grupos chamados de léptons, quarks e mediadores. Preste atenção pois, por exemplo, o próton é uma partícula elementar mas não é uma partícula fundamental uma vez que ele é formado por 3 quarks. O mesmo ocorre com o neutron, que também é formado por 3 quarks. No entanto, o elétron é uma partícula fundamental. Ele não é constituído por nenhuma outra partícula.

É muito importante notar que as partículas elementares surgem em um pequeno número de tipos diferentes que são copiadas em quantidades astronomicas para construir todas as "coisas" que estão em torno de nós. Por exemplo, elétron, neutrons, prótons, neutrinos, méson, etc formam toda a matéria do Universo. Mais importante ainda é o fato de que estas partículas são exatamente iguais: um elétron na superfície da Terra é exatamente igual ao elétron que está em Marte ou em outra galáxia!

- Pasiphae

Pasiphae (JVIII) é o 15o satélite de Júpiter e foi descoberto, em 1908, por P. Melotte (Reino Unido). Sabe-se muito pouco sobre Pasiphae. Ele tem 36 km de diametro e uma massa de 2 x 1023 kg. Sua órbita está a 23500000 km de Júpiter e ele dá uma volta completa em torno deste planeta em 735 dias terrestres. Ele realiza um movimento retrógrado em sua órbita, ou seja, ele está orbitando em um sentido oposto ao sentido de rotação de Júpiter.

- Penumbra

Área de sombra parcial em um eclipse. A área de sombra total é a umbra

- Percival Lowell

1855-1916. Astrônomo e matemático norte-americano. Fundou o Lowell Observatory em Flagstaff, no estado norte-americano do Arizona em 1894. Neste observatório Lowell estudou o planeta planeta Marte extensivamente. Estes estudos levaram-no a acreditar que as marcas lineares, primeiro observadas por Schiaparelli, sobre a superfície de Marte eram "canais" (canals) e por conseguinte que o planeta foi habitado por seres inteligentes. Ele também pensou que as áreas brilhantes eram desertos e que as áreas escuras eram regiões que continham vegetação, ambas suposições mostradas mais tarde não serem verdadeiras. Diz-se que o símbolo de Plutão, descoberto por Tombaugh, é em sua homenagem.

- Periapsis

É o ponto em que um objeto em órbita em torno de qualquer corpo celeste, excetuando a Terra e o Sol, mais se aproxima dele. O ponto contrário a este, ou seja o de maior afastamento entre os corpos desta órbita é o apoapsis. Nomes especiais, tais como periélio e perigeu, são dados a este ponto no caso de alguns sistemas de uso comum.

- Periélio

É o ponto de uma órbita elíptica em que o objeto fica mais próximo do Sol. O oposto é o afélio que é o ponto de maior afastamento.

 


- Perigeu

Ponto de uma órbita em volta da Terra em que o objeto se encontra mais próximo à ela. É o oposto de Apogeu .

 


- Período Sideral

Tempo que um corpo celeste leva para orbitar outro em relação às estrelas de fundo. Em relação aos planetas, este fenômeno é chamado também de ano. O período sideral difere do que se observa da Terra por ela estar em constante movimento. A Lua, por exemplo, apresenta um período sideral de 27,32 dias, e completa suas fases em 29,53 dias. O ciclo das fases é chamado de período aparente ou sinódico.

- Phoebe

Phoebe Phoebe (SIX) é um dos menores dos 18 satélites de Saturno e foi descoberto em 1898 por W. Pickering (Estados Unidos). Ele tem um raio de, aproximadamente, 110 km e uma massa de 4 x 1018 kg. Com uma forma quase circular e uma cor avermelhada, Phoebe está em órbita a 12952000 km de Saturno. Seu período orbital é de 550,48 dias terrestres. É interessante notar que Phoebe roda sobre seu eixo a cada 9 horas, ao contrário dos outros satélites de Saturno (com exceção de Hiperion) que sempre mostram a mesma face para Saturno.

- Planeta

Derivado da palavra grega que significa "errante", é um corpo (exceto os cometas, os asteroides e os meteoritos) que não emite luz própria e que orbita uma estrela.

- Planetóide

Um outro nome para asteroide.

- Plasma

Gás ionizado composto por pedaços de átomos. A medida em que o gás se aquece , as colisões contra outros átomos ou a forte radiação arrancam os elétrons de seus invólucros criando uma miscelânea de elétrons e núcleos expostos.  Acredita-se que a maior parte da matéria visível do Universo exista sob a forma de plasma.

- Plutão

Plutão É um planeta-anão. Ele tem uma órbita altamente inclinada. Este planeta pequeno, frio e rochoso tem um satélite, Caronte. Plutão, na verdade pode ser considerado como um sistema duplo uma vez que seu satélite Caronte é quase do seu tamanho. Era considerado um planeta até ser rebaixado a categoria de planeta-anão pela União astronômica internacional.

- Plutinos

"Plutino" é uma palavra que significa "pequeno plutão". Este é o nome genérico que damos a uma classe de objetos do Sistema Solar, que são membros do cinturão de Edgeword-Kuiper, e que tem órbitas bastante peculiares. Suas órbitas os trazem até regiões muito próximas à órbita de Netuno, chegando, algumas vezes, até mesmo a cruzá-la. A despeito desta proximidade extrema à órbita de Netuno, que é frequente, os plutinos, na verdade, não tem nenhuma possibilidade de colidir com Netuno.
No final de 1996, dois objetos plutinos foram descobertos. Chamados de 1996TL66 e 1996TO66, este dois objetos, de 500 km cada, foram reconhecidos na região trans-netuniana do Sistema Solar. O objeto 1996TL66 possui uma órbita altamente excêntrica que o leva a uma distância tão próxima quanto 35 U.A. do Sol, imediatamente além da órbita de Netuno, e depois a uma distância tão remota quanto 130 U.A. do Sol

- Poder de resolução

Poder de resolução ou, simplesmente, resolução, é uma medida da habilidade do sistema óptico de um telescópio em revelar detalhes finos de um objeto celeste. O poder de resolução depende do tamanho da abertura do telescópio. Quando os astrônomos falam sobre quão claramente um telescópio "vê", eles estão se referindo ao poder de resolução, ou simplesmente resolução, do telescópio. Assim, a resolução de um telescópio é uma medida da sua capacidade de ver os mais finos detalhes de uma imagem. A resolução mede quão próximos dois objetos podem estar e ainda assim serem vistos como dois objetos distintos. Os astrônomos medem o poder de resolução de um telescópio em termos de graus e suas subdivisões, que são os minutos de arco e os segundos de arco.

- Poeira interestelar

É composta de pedaços microscópicos de carbono e/ou silicatos, com tamanhos que podem variar de uma fração de micron até um micron de diâmetro. Estes pedaços tem forma irregular e são chamados de grãos interestelares. A poeira interestelar, como o nome diz, é encontrada dispersa entre as estrelas ou concentrada em nuvens escuras interestelares. Ela se torna mais evidente pela sua absorção, formando grandes trechos escuros em regiões da Via Láctea da nossa Galáxia e bandas escuras ao longo de outras galáxias. A origem da poeira interestelar é desconhecida, mas parece estar associada com as estrelas jovens. É importante notar que a poeira interestelar de modo algum é semelhante à poeira que temos em nossas casas, a qual é, na maior parte, fragmentos de restos orgânicos (tais como células mortas da pele), poeira e fibras (tais como tecidos).

- Pólo

Uma das duas extremidades do eixo imaginário sobre o qual um corpo celeste executa seu movimento de rotação.

- Poluição Luminosa

Luzes artificiais das cidades, ou outro tipo de claridade, que interfere com a visibilidade dos astros no céu.

- Pontos Lagrangeanos

São os pontos onde as forças gravitacionais de 3 diferentes corpos, com massa, se cancelam exatamente. Para o sistema Sol-Terra-Lua temos 5 diferentes pontos de Lagrange (ou pontos Lagrangeanos), conhecidos como L1, L2, L3, L4 e L5. Os pontos lagrangeanos L1, L2 e L3 são pontos gravitacionalmente instáveis. Os pontos L4 e L5 são pontos gravitacionalmente estáveis. Os asteroides troianos estão em pontos lagrangeanos gravitacionalmente estáveis.

- Portia

Portia é um satélite de Urano que foi descoberto, em 1986, pela sonda espacial Voyager 2.

- Precessão

Tanto o Sol como a Lua exercem um puxão gravitacional sobre a Terra que afeta o seu movimento de rotação, uma vez que ela não é perfeitamente esférica. A Terra tem uma forma achatada nos polos possuindo, portanto, um bojo equatorial. O puxão gravitacional do Sol e da Lua sobre este bojo gradualmente muda a orientação do eixo de rotação da Terra. A ação combinada da gravidade e da rotação fazem o eixo de rotação do nosso planeta traçar um círculo no céu, embora ela ainda permaneça inclinada em cerca de 23,5o em relação à perpendicular. A este movimento circular, realizado tanto pelo polo norte como pelo polo sul, damos o nome de precessão. A taxa de precessão da Terra é razoavelmente lenta. No ano 3000 A. C. o eixo de rotação da Terra estava apontando para próximo da estrela Thuban na constelação Draco. Na época atual o eixo de rotação da Terra aponta para um local a cerca de (1/2)o da estrela Polaris. No ano 14000, a "estrela polar" será a estrela Vega, na constelação Lyra. Levará cerca de 26000 anos para o pólo celeste norte completar um círculo completo de precessão na esfera celeste.

- Precessão dos equinócios

A medida que o eixo de rotação da Terra realiza a precessão, o plano equatorial da Terra também se move. Uma vez que o plano equatorial da Terra define a localização do equador celeste no céu, o equador celeste também tem uma precessão. As intercessões do equador celeste e da eclíptica definem os equinócios, de modo que estas importantes localizações na esfera celeste também se deslocam lentamente de ano para ano. Este fenômeno inteiro é chamado de precessão dos equinócios. Há 2000 anos atrás o equinócio vernal estava na constelação Aries. Hoje ele está localizado na constelação Pisces e por volta do ano 3000 ele terá se movido para a constelação Aquarius.

- Princípios antrópicos

Existem dois tipos de princípios antrópicos:

  • princípio antrópico fraco: "as condições necessárias para o desenvolvimento da vida inteligente serão encontrados somente em certas regiões que são limitadas no espaço e no tempo." Explicando melhor, a região do Universo na qual vivemos não é necessariamente representativa de um conjunto puramente aleatório de condições iniciais. Somente aquelas regiões favoráveis à vida inteligente realmente desenvolveriam criaturas teriam curiosidade em saber quais eram as condições iniciais do Universo e este processo somente pode ocorrer em certas épocas durante a evolução de qualquer dado universo.

  • princípio antrópico forte: "se as leis do Universo não fossem úteis para o desenvolvimento de criaturas inteligentes que perguntassem sobre as condições iniciais do Universo, em primeiro lugar a vida inteligente nunca teria evoluído para fazer esta pergunta." Em outras palavras, as leis do Universo são do modo que elas são porque se elas não o fossem, nenhum dos seres inteligentes seria capaz de considerar as leis do Universo sob qualquer condição. O princípio antrópico forte é um argumento mais poderoso do que o princípio antrópico fraco.

 - Projeto Apollo

Programa espacial que levou 12 astronautas americanos para a Lua. Durante seu famoso discurso, o Presidente John F. Kennedy lançou a meta de "Levar um homem à Lua e trazê-lo de volta em segurança". A NASA preparou diversos planos para alcançar a Lua, e optou por um local na órbita lunar. Para isto, seria necessário um grande foguete para lançar todas as naves espaciais ao mesmo tempo, para que viajassem juntas até a Lua.

Equipamento da Apollo:

A nave espacial era composta por três partes: o módulo de comando, o módulo de serviço e o módulo lunar. O módulo de comando, em forma de cone, abrigava os astronautas durante a viagem. Atrás dele localizava-se o módulo de serviço, em forma de cilindro, contendo energia e combustível para alimentar a nave, bem como comida e oxigênio. As câmeras fotográficas e os filmes, que seriam utilizados durante o passeio espacial, também estavam estocados no módulo de serviço. E, finalmente, o módulo lunar que pousaria com os astronautas na Lua e os lançaria de volta na órbita lunar. Todos estes módulos foram levados ao espaço pelo foguete Saturno V, porém só o módulo de comando retornava à Terra.

As Missões:

A NASA testou as naves Apollo nas primeiras missões do programa Apollo. Três astronautas (Virgil I. Grissom, Edward H. White e Robert B. Chaffee) morreram durante um teste num trágico incêndio. Esta tragédia atrasou 18 meses o programa Apollo. Depois, a Apollo 7 lançou um módulo de comando e um de serviço na órbita da Terra. Foram efetuados testes que a NASA descreveu como sendo "101 por cento bem sucedidos". Após o triunfo da Apollo 7, a Apollo 8 lançou astronautas na órbita da Lua. Pela primeira vez seres humanos saíram do campo de gravidade da Terra e circundaram um mundo alienígena. As duas missões Apollo que se seguiram testaram o módulo lunar e ensaiaram a alunissagem. Em julho de 1969, a Apollo 11 cumpriu o desafio lançado por Kennedy fazendo alunissar Neil Armstrong e Edwin Aldrin no Mar de Tranqüilidade. Os dois astronautas andaram sobre a superfície lunar durante duas horas e meia, recolhendo pedras e fazendo experiências.

Depois disto, a Apollo 12 aterrissou próxima à sonda espacial Surveyor 3 que havia chegado à Lua 3 anos antes. Em seguida aconteceu a infeliz viagem da Apollo 13. Quando o módulo de comando da Apollo 13 foi lançado em direção à Lua, um tanque de oxigênio do módulo de serviço explodiu. Durante três dias, os astronautas sobreviveram com um mínimo de energia no módulo lunar. Para alívio do mundo todo, eles conseguiram retornar em segurança à Terra.

A Apollo 14 marcou o início de uma tendência de se efetuar pesquisas científicas mais aprofundadas durante as missões lunares. Durante passeios lunares mais demorados, os astronautas provocaram descargas elétricas para testar as características sísmicas da Lua. Também posicionaram refletores a laser na superfície lunar que permitiram, aos cientistas, determinar a distância da lua.

A Apollo 15 levou os primeiros jipes lunares. Com este veículo movido à bateria, os astronautas exploraram a superfície lunar a milhas de distância do lugar onde haviam aterrissado.

A Apollo 16 foi a única a pousar nas montanhas da Lua. As rochas ali coletadas demonstraram que esta região é muita antiga.

A Apollo 17 bateu todos os recordes: os astronautas permaneceram 3 dias na Lua, fizeram uma passeio que durou 22 horas e coletaram mais de 400 kg de amostras de rochas.

O programa Apollo foi cancelado pela NASA após a Apollo 17. Os cortes no orçamento e a falta de competição com a União Soviética provocaram a falta de incentivo para que ele continuasse.

- Prometeus

Prometeus (SXVI) é um dos menores dos 18 satélites de Saturno e foi descoberto em 1980 por S. A. Collins e D. Carlson (Estados Unidos) a partir de dados da sonda Voyager 1 da NASA. Ele tem dimensões (raio) de, aproximadamente, 74 x 50 x 34 km e está em órbita a 139353 km de Saturno. Seu período orbital é de 0,613 dias terrestres. Prometeus é um satélite pastor para a borda interna do anel F, um dos anéis planetários de Saturno.

- Proplídeos

São discos de poeira e gás que permanecem em torno de estrelas recentemente formadas. Em vez destes discos serem dissolvidos quando a estrelas se forma, eles permanecem circundando as estrelas. Estas bolhas indistintas podem vir a ser "sistemas solares" em processo de formação. Acredita-se que os discos protoplanetários, ou "proplídeos", podem eventualmente evoluir formando planetas que permanecerão em órbita em torno da estrela.

- Próspero

Satélite de Urano descoberto em 1999 por Holman, Kavelaars, Gladman, Petit, e Scholl

- Proteus

Proteus é o segundo maior entre os satélites de Netuno e foi descoberto em 1989 pela sonda espacial Voyager 2 da NASA. Embora ele seja maior do que Nereida, descoberto em 1949, não foi possível observá-lo antes porque, além dele ser muito escuro, ele está tão próximo de Netuno que se torna muito difícil distingui-lo no brilho intenso do planeta. Suas dimensões (raio) são de, aproximadamente, 218 x 208 x 201 km. Proteus tem uma forma irregular e sua superfície é salpicada com crateras de impacto. Ele está em órbita a 117 650 km do centro de Netuno. Este satélite escuro tem sua órbita circular situada logo acima da parte superior das nuvens de Netuno.

- Proto-estrela

Estágio inicial na vida de uma estrela, abrangendo desde o instante em que a região central da nebulosa se torna opaca à radiação que emite (forma-se uma fotosfera) até o instante em que a estrela atinge a seqüência principal de idade zero.

- Puck

É um dos 18 satélites de Urano e foi descoberto, em 1985, pela sonda Voyager 2 da NASA. Seu diâmetro é de, aproximadamente, 154 km e sua massa é desconhecida. Ele está em órbita a uma distância de 86010 km de Urano.

- Pulsar

É uma estrela de nêutrons em rotação muito rápida que parece emitir energia na forma de pulsos regulares de radiação. Na verdade as pulsares não são estrelas que pulsam. Elas emitem uma radiação fortemente direcionada, o que nos perceber como se fossem pulsos. As pulsares foram descobertas em 1967 por Susan Bell Burnell. Embora as pulsares tenham sido descobertas por observações em comprimentos de onda rádio, elas, desde então, tem sido observadas em energias do óptico, raios X e raios gama.

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