Astronomia Amadora

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Vocabulário Astronômico - Letra "S"

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- S 1999 J1

S_1999_J1_(ponto_dentro_do_circulo) Pequenino satélite de Júpiter descoberto no ano 2000 pelo projeto Spacewatch e pelo Minor Planet Center. Ele foi descoberto a partir de placas fotográficas tiradas em 1999. Este satélite está a uma distância de 7400000 quilômetros de Júpiter. Seu raio e sua massa são desconhecidos. Observações feitas com o Very Large Telescope (VLT) em julho de 2000 confirmaram a existência deste satélite e refinaram o nosso conhecimento a respeito do seu tamanho e órbita.

- Saros

A periodicidade e recorrência dos eclipses é governada pelo ciclo Saros(também conhecido por série Saros), um período de aproximadamente 6,585.3 dias(18 anos, 11 dias e 8 horas). O ciclo Saros é uma séria conhecida pelos Caldeus como o período no qual o mesmo eclipse lunar parece se repetir, mas o ciclo ou série se aplica também a eclipses solares. Cada série contém cerca de 70 eclipses.

O período da série Saros coincide com o período do movimento de Nutação da Terra.

- Satélite

Objeto que revolve ao redor de um corpo primário maior. Satélites podem ocorrer naturalmente, como a Lua, ou podem ser fabricados pelo homem, como o Hubble Space Telescope e o Compton Gamma-Ray Observatory.

- Satélites Galileanos

Por terem sido descobertos por Galileu em 1610, (feito também disputado por Marius que parece também te-los descoberto independentemente de Galileu) chamamos de Satélites Galileanos ao conjunto dos quatro maiores satélites de Júpiter, respectivamente Io, Europa, Ganimedes e Calisto. Galileu propôs que eles fossem chamados de "estrelas Mediceanas" em homenagem a seu patrono, Cosimo II, de Médici. Os nomes atuais são devido a Marius que, como dissemos acima, também postula a descoberta destes satélites. Estes satélites foram os primeiros corpos celestes (com excessão da Lua) vistos orbitarem um outro planeta.

- Satélites naturais

Chamamos de satélite natural a qualquer corpo, grande ou pequeno, que esteja em órbita em torno de um planeta e não tenha sido fabricado por seres humanos. Quase todos os planetas do Sistema Solar tem satélites. Apenas dois planetas, Mercúrio e Vênus, não possuem satélites. No entanto, para grande surpresa dos astrônomos, foi descoberto um asteroide que possui um satélite natural. O asteroide é Ida e o seu satélite natural é Dactil.
Mais de 50 satélites naturais são conhecidos hoje. Eles variam muito em tamanho podendo ser desde fragmentos colisionais, que tem apenas algumas dezenas de quilômetros de largura, até satélites que rivalizam os planetas em tamanho e complexidade. De acordo com as suas órbitas e tamanhos, os satélites são classificados como satélites regulares, satélites irregulares e fragmentos colisionais. Somente a nossa Lua, Tritão e Caronte não se ajustam neste esquema de classificação.

- Satélites pastores

satélites_pastores_Prometeus_e_Pandora Ou "Luas Pastores" são pequenos satélites que tem sua órbita próxima a anéis planetários e confinam estes anéis através de interações gravitacionais. Um satélite pastor é um satélite de um planeta que está em órbita lado a lado com um anel daquele planeta. A força gravitacional do satélite confina o anel dando a ele uma borda nítida. Exemplos de staélites pastores incluem Prometeus e Pandora, satélites de Planeta Saturno que "pastoreiam" o seu estreito e mais externo anel F. Peter Goldreich e Scott Tremaine propuseram a ideia de satélites pastores em 1979 para explicar porque os anéis de Urano eram tão estreitos.

- Saturno

Saturno É o sexto planeta a partir do Sol. Ele é o segundo maior planeta do nosso Sistema Solar, perdendo apenas para Júpiter que é o maior de todos os planetas. Ele tem impressionantes e belos anéis que são formados por pedaços grossos de gelo e que variam muito em tamanho. As maiores delas podem ter, até mesmo, vários quilômetros de diâmetro. No entanto, no dia 10 de março de 1977, Saturno perdeu a hegemonia de ser o único planeta do Sistema Solar com anéis, quando a ocultação de uma estrela por Urano mostrou que este planeta também possuía anéis. Saturno é composto principalmente pelos gases hidrogênio e hélio.

- Schiaparelli

Giovanni Virginio Schiaparelli 1835-1910. Astrônomo italiano que , em 1877, foi o primeiro a observar os "canais" de Marte. Ele acreditou que os aspectos que ele observou incluíam linhas retas que se uniam em um desenho complicado. Ele chamou estas linhas de "canali" o que significa "channels" (leito feito naturalmente). Entretanto a palavra italiana foi erroneamente traduzida em inglês para "canals" (leito feito artificialmente). Isto, combinado com a suspeita retidão das linhas, indicou estruturas artificiais e isto criou um furor. Especulações no que diz respeito à possibilidade de vida inteligente em Marte surgiram na imprensa popular. Mesmo os astrônomos sentiram o puxão daquela dramática possibilidade. O mais notável entre estes foi Percival Lowell que levou o assunto muito além de Schiaparelli.

- Schwabe

Samuel Heinrich Schwabe 1789-1875. Astronomo amador alemão que descobriu que as manchas solares apareciam em ciclos de 11 anos. Schwabe era um farmacêutico que observava o Sol diariamente e publicou suas observações em 1843.

- Setebos

Satélite de Urano descoberto em 1999 por Kavelaars, Gladman, Holman, Petit, e Schol

- Sextante

A palavra sextante deriva do latim e significa um sexto (circunferência celeste). O  sextante era um instrumento astronômico utilizado na determinação da latitude, substituindo o astrolábio. Ele era utilizado para medir a distãncia angular, como a altura das estrelas. O sextante foi inventado simultaneamente em 1731 na Inglaterra e nos Estados Unidos.

- Shenzhou

Série de missões pelas quais a China se tornou o terceiro país a ir ao espaço através de seus próprios meios.

A espaçonave utilizada é uma adaptação de um modelo russo.

- Siderita

Meteorito de ferro. As sideritas são compostas por uma mistura de ferro e níquel com traços de carbono, cobalto, cobre e fósforo.

- Sinope

Sinope (JIX) é o 16o e o mais externo dos satélites de Júpiter tendo sido descoberto em 1914 por S. Nicholson (Estados Unidos). Sabe-se muito pouco sobre Sinope. Ele tem 36 km de diâmetro e uma massa de 7,77 x 1016 kg. Sua órbita está localizada a 23700000 km de Júpiter e ele realiza uma volta completa em torno deste planeta em 758 dias terrestres. Deve-se notar que a órbita de Sinope é retrógrada, ou seja, ele está orbitando no sentido oposto ao sentido de rotação de Júpiter.

- Sistema de Bayer

Em cada constelação, as estrelas são classificada usando-se o sistema de Bayer, que designa letras gregas (alfa, beta, gama, delta, épsilon, zeta, eta, teta, iota, kapa, lambda, mu, nu, ksi, ômicron, pi, rho, sigma, tau, úpsilon, fi, chi, psi e ômega), a cada estrela, em ordem decrescente de brilho. O sistema de Bayer não pode ir além de 24 estrelas, que é o número de letras no alfabeto grego. A estrela mais brilhante em uma constelação é chamada de alpha, a segunda mais brilhante é beta, a terceira é gama, etc. Este sistema foi criado pelo astronomo alemão Johannes Bayer.

- Sistema solar

É o sistema gravitacional composto pelo Sol e a coleção de corpos celestes que estão em órbita em torno dele. Isto quer dizer que o Sistema Solar é formado pelo Sol, todos os 8 planetas (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno) e seus mais de 60 satélites, os planetas anões, o cinturão de asteroides, os cometas, o cinturão de Edgeword-Kuiper, a Nuvem de Oort e qualquer outro corpo celeste que esteja em interação gravitacional com o nosso Sol

- Skylab

Desenvolvido pela NASA para ser um laboratório orbital. Não era exatamente uma estação espacial mas foi o primeiro passo da NASA neste sentido.

A primeira missão, Skylab 1, teve problemas técnicos. As missões subseqüentes, Skylab 2, Skylab 3 e Skylab 4, receberam astronautas que realizaram vários estudos e experimentos em órbita.

O Skylab foi desativado e reentrou na atmosfera alguns anos depois em 11 de julho de 1979.

- Sol

É a única estrela do nosso Sistema Solar e que centraliza o movimento de todos os corpos celestes a ele pertencentes. Nosso Sol é uma estrela amarela, de tamanho médio, que está a 149680000 km da Terra. Seu diâmetro é de 1391980 km e sua massa é de 1,99 x 1030 kg. Na sua região mais central, reações nucleares produzem enormes quantidades de energia através do processo de conversão de átomos de hidrogênio em átomos de hélio, processo que recebe o nome de fusão nuclear. A magnitude absoluta do Sol é +4,83.

- Solstício

Os solstícios são dias onde o Sol alcança suas declinações mais ao norte e mais ao sul. O solstício de inverno ocorre em 21 de dezembro e marca o começo do inverno no Hemisfério Norte. Este é o dia mais curto do ano. O solstício de verão ocorre em 21 de junho e marca o começo do verão no Hemisfério Norte. Este é o dia mais longo do ano.

- Sonda

Espaçonave não tripulada que é lançada ao espaço para coletar dados sobre o sistema solar e além dele. Sondas espaciais não são necessariamente planejadas para retornar à Terra.

- Soyuz

Soyuz é um modelo de nave espacial orbital desenvolvida e operada há muitos anos pela agência espacial russa. Ela leva três ocupantes e é utilizada com muita frequência nas missões da ISS. Ela não é reutilizável sendo descartada após o retorno e aterrisagem, porém tem um custo de construção e operação baixo.

- Spin

Uma importante propriedade quântica que caracteriza as partículas elementares. O spin representa um momentum angular intrínseco de uma partícula. O spin é quantizado em unidades inteiras e semi-inteiras da quantidade fundamental h/2p onde h é a constante de Planck. Partículas que possuem, spin inteiro, como 0, 1, etc, são chamadas de bósons enquanto que aquelas com spin semi-inteiro, por exemplo, 1/2, 3/2, etc, são classificadas como férmions.

- Sputnik

Primeiro satélite artificial lançado ao espaço pelo homem.  Lançado em 4 de outubro de 1957 pela União Soviética.

Sputnik em russo significa 'amigo' ou 'companheiro'.

- Stephano

Satélite de Urano descoberto em 1999 por Gladman, Holman, Kavelaars, Petit e Scholl

- Supernova

É o fenômeno de uma tremenda explosão que fatalmente ocorre nas estrelas meio-pesadas ou peso-pesadas quando elas atingem o final de suas vidas. Não se trata de uma explosão localizada em alguma região da estrela. Ao contrário, a estrela explode como um todo, do centro até a superfície, expelindo violentamente suas camadas mais externas. Neste processo a supernova libera uma quantidade tremenda de energia, tornando-se extremamente brilhante. Esta energia emitida é tão grande que, no pico da sua emissão luminosa, a explosão de uma supernova pode superar o brilho de uma galáxia inteira! Este brusco aumento de brilho é seguido por um gradual enfraquecimento. O que resta da explosão é conhecido como restos de supernova, uma grande massa gasosa que se expande pelo meio interestelar. A região central da estrela que explodiu pode sobreviver sob a forma de uma estrela de neutrons, se for a explosão de uma estrela supergigante, ou um buraco negro, se for a explosão de uma estrela meio-pesada. Existem, portanto, dois possíveis tipos de supernovas:.

Supernova de tipo I

Resulta quando uma anã branca acreta massa suficiente de uma companheira para alcançar o limite de Chandrasekhar de 1,4 massas solares.

Supernova de tipo II

Resulta do colapso de uma estrela massiva contendo de 10 a 20 massas solares. Tal objeto, após produzir um núcleo de ferro, não tem mais como produzir energia por fusão nuclear, e colapsa catastroficamente, explodindo.

- Sycorax

Satélite de Urano descoberto em 1997 por Nicholson, Gladman, Burns e Kavelaars

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